Igualdade


Igualdade

Certa noite estive em um prostibulo, conheci uma jovem garota ao qual por maioria populosa se condiz e intitulam como puta, mais além de sua colocação eu vi uma mulher, a tratei como tal mulher não como uma prostituta mais sim como uma senhorita, pensei por um momento e senti que seu coração bate igual o meu, senti que seu corpo tem calor, cansada por uma noite movimentada, mesmo assim sentimento naquele corpo habitava.
Julgamos as pessoas olhamos pra elas pelo o que fazem ou pelo que elas são mais nunca conhecemos sua historia seu sofrimento e o porquê aquilo elas fazem, as maiorias das pessoas não pensam, são apenas maquinas orgânicas programadas para pagar e serem servidas reclama de suas vidas as chamando de medíocres dizendo que nada elas têm, e de nada dão valor a não serem seus bolsos fartos e seus pagamentos, e quando estão vazios reclamam por não terem nada, esquecem a si mesmo por uma célula de papel, cumprem seus horários e se julgam maiores por suas classes sociais ao que se colocam.
Tenho pena das pessoas comuns, elas não sabem amar e sim só obedecer a ordens de algo ou de quem nem ao menos elas conhecem ou sabem de onde tais ordens vêm.

“Pablo dos Anjos” ex “P.S.A”

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